NOSSO
BLOG

Buscar

Fala galera, no dia 25 de agosto acontece o 2° Encontro Head & Grow Shop. O evento será um encontro open air das principais marcas de artigos para tabacaria, headshop e growshop com os donos de lojas, clientes, ativistas e simpatizantes das causas abordadas no evento. Será um sábado cheio de positividade, além de muita troca de informação e lógico novas amizades. No ano passado (18 de novembro) o encontro reuniu mais de 30 marcas em Campinas, atraindo quem consome, quem compra, quem estava em busca de novidades. A galera do Bugi estava lá e este ano iremos comparecer, e para encontrar com todos segue abaixo informações sobre o evento, e aproveitando não esqueçam de curtir nosso insta e naveguem pelo nosso site esta cheio de novidades e promoções.


Local: São Paulo

Valor da entrada : R$ 20,00 + 1 kg de Alimento não perecível (caso não tenha o kilo de alimento será necessário adquirir um vale alimento no valor de R$ 5,00)

Stands confirmados:

MARAJO ; KINGS ; SQUADAFUM ; CULTURA DAB ; LEPRECHAUN ; SMONKEYS ART SHOP; BASEX ; DIBOA TABACARIA ; BE HAPPY ; A PITEIRA; HONEY PRESS ; PUFF ; BLACK TRUNK; BIOGREEN SHOP; TROPIKALI; SEDINA ; ROLOTABAK ; SLOW BURNING; HIGH NATURE LION ROLLING CIRCUS ; FLORA VITAL ; CULTIVE STORE; SILLY DOG; POPIPE ; SMART GROW; BRKUSH; CABROBÓ; PAY-PAY; SUAVE; KING BONG; VAPOR KING; PAPELITO; OVERGROW SHOP; PRAZERES DA CASA ; RASTA HOUSE;


Aqui tem uma foto do nosso primeiro encontro, até jah galera

Olha nós no 1° Encontro Head & Grow Shop


Atualizado: 24 de Ago de 2018

Aproximadamente 100 mil pessoas confirmadas para um evento histórico. Marcamos presença na décima edição da Marcha da Maconha, que ocorreu aqui em São Paulo. O evento foi o que prometeu ser: Incendiamos a Av. Paulista, um momento de boas energias, alegria e união em prol da legalização medicinal e recreativa da cannabis. Foi um sucesso e, para nós, uma oportunidade sensacional de participar dessa luta, ao lado de nossa galera do bloco ” AResistencia 420”. Fomos o último bloco a sair do Masp guiados por um carro de som fazendo muita festa e cantando muito o hino que ecoou por todo o percurso: Viva a Maconha!!! Viva a Maconha!!! Viva a Maconha!!!! Tudo ocorreu na paz que esperávamos com o evento cercado pela policia militar que cumpriu seu papel garantindo a segurança do local.

E você, foi? Conta para a gente o que achou, manda uma foto!


Nossa parceira @thatyy_22 que sempre representa ta representando junto com a Sedina em cima do carro de som no Bloco ” AResistencia 420”








Atualizado: 24 de Mai de 2018

Entenda um pouco sobre este ato e acompanhe a agenda.

A criminalização da maconha vem junto com a escravidão e a perseguição de toda a cultura negra.” – Dr. André Barros, advogado da Marcha da Maconha.

No texto abaixo pontuamos os principais tópicos sobre o assunto, o texto original esta no link abaixo, onde todos poderão entender o porque acontecem atos como este e o que significa a legalização.

A legalização da maconha está avançando por todo o planeta e as retrógradas legislações proibicionistas estão dando lugar a políticas públicas que situam o uso de drogas fora da esfera criminal. Contudo o Brasil ainda continua a insistir em uma inútil e mercenária guerra às drogas que já provou causar muito mais males à sociedade do que o uso de substâncias ilícitas em si. A Marcha da Maconha, que já faz parte do calendário de atos e manifestações do país há anos, vem mais uma vez alertar a sociedade para a urgente necessidade de mudanças na lei de drogas e, este ano, acontecerá em mais de 40 atos espalhados pelo Brasil. Medicinal, recreativo, industrial, pelo seu direito de fumar maconha: seja lá qual for o seu motivo de lutar por uma mudança nas leis com relação à erva, a Marcha da Maconha é uma ótima maneira de pressionar por essa mudança desse status quo. Então prepare a voz para ir às ruas pedir pela regulamentação da maconha e mostrar à sociedade que a maconha é uma substância normal, mais segura que o álcool, o tabaco e outras drogas lícitas.

Para o Dr. André Barros, advogado da Marcha da Maconha e vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, a legalização da maconha é necessária não somente para combater efetivamente o narcotráfico e o mercenário esquema da guerra às drogas, mas também para reparar uma política racista do Estado. “A criminalização da maconha faz parte da política racista de Estado. O Rio de Janeiro foi o primeiro lugar do mundo a criminalizar a maconha. Em 1830, no §7º da Lei de Posturas Municipais, o hábito dos escravos de consumirem o ‘Pito do Pango’ foi criminalizado com três dias de prisão. Na época, esse era o modo pelo qual os negros consumiam maconha, em pequenos cachimbos. A criminalização da maconha vem junto com a escravidão e a perseguição de toda a cultura dos negros”, diz Barros. Para Barros, a guerra às drogas no Brasil, principalmente nos morros do Rio de Janeiro, na prática sempre foi contra a população negra e pobre. E agora, com a intervenção federal do governo Temer, está explícito que é uma guerra mercenária e higienista. No Brasil, além de restringir a liberdade individual, a legislação de drogas condena como traficante milhares de usuários em posse de pequenas quantidades de drogas, contrapondo o próprio Código de Processo Penal ao não estabelecer um balizamento da quantidade de substância que diferencie o usuário do traficante, e considerando como prova o depoimento de policiais. “A criminalização da maconha vem junto com a escravidão e a perseguição de toda a cultura negra.” – Dr. André Barros, advogado da Marcha da Maconha. “Embora a lei 11.343/2006 esteja em vigor há 12 anos, até hoje não existe precedente em julgamentos no Brasil que sirva como balizamento de quantidade da droga para diferenciar o usuário do traficante, o que torna a situação ainda mais grave. A lei estabelece que a materialidade do crime é demonstrada pela natureza e quantidade da substância apreendida, no entanto, milhares de pessoas são condenadas com pequenas quantidades, já que nenhum tribunal brasileiro enfrentou a questão da prova material do crime de consumo ou tráfico de drogas”. Pondera Dr. André Barros em seu texto “A palavra está com a Polícia”.

Saiba Mais : http://www.smokebuddies.com.br/marcha-da-maconha-2018-agenda/

Nós da Bugiganjah, apoiamos o evento e estaremos participando com o bloco "Resistência" (formado por diversas marcas do setor), venha conferir!

©Bugiganjah. Criado pela MKT Ideias

  • Facebook ícone social
  • download